Confira a matéria “Incontinência Urinária” publicada na Revista Em Voga.

Confira a matéria “Incontinência Urinária” publicada na Revista Em Voga.

A enfermeira especialista em saúde íntima feminina Anadelle Souza agora é colunista do Diário 15. Sua estreia traz reflexões sobre desenvolvimento pessoal e a força das conexões femininas — temas que dialogam diretamente com a proposta de cuidado integral da mulher. A coluna reforça a importância do autoconhecimento como parte do bem-estar físico e emocional, ampliando o alcance da missão da marca também na esfera da informação e da inspiração. Confira a publicação: https://share.google/atzemGrrrk4hKtwCR
A live vai acontecer no Instagram: @angelus_cursos
O assoalho pélvico é uma rede de músculos que sustenta toda a nossa estrutura interna — é como o alicerce de uma casa. Esses músculos não apenas sustentam os órgãos pélvicos, mas também participam ativamente das nossas funções urinárias, sexuais e evacuatórias.
Mas o papel do assoalho pélvico vai além do físico: ele influencia diretamente nossa autoestima, nossa capacidade de nos sentirmos seguros no próprio corpo e de estarmos verdadeiramente presentes na vida. Segundo a psicologia corporal, o assoalho pélvico é a base da nossa segurança emocional. É essa musculatura que sustenta a nossa confiança, a nossa presença no mundo e também a nossa sexualidade.
Sinal de que algo está errado
Quando essa região está sem tônus, sem vitalidade e sem flexibilidade, é como se nos desconectássemos das nossas raízes. Mas, ao nos reconectarmos com essa base, recuperamos o estado de presença com inteireza — sem medo de ocupar o nosso lugar no mundo.
Um convite delicado: sentir, cuidar e se reconectar com essa força interna. Um sim à vida que pulsa em nós.
Existe tratamento?
Sim. Há tratamento para a maioria das disfunções do assoalho pélvico. Com uma avaliação individualizada, é possível traçar um plano terapêutico que pode incluir:
Nem todo incômodo precisa virar rotina
Muitas mulheres silenciam desconfortos íntimos por acreditarem que são normais, inevitáveis ou “coisas da idade”. Mas há sinais que pedem escuta — e possibilidades que merecem ser conhecidas.
Quando o corpo começa a contar histórias diferentes, é possível abrir espaço para novos capítulos — com mais leveza, autonomia e qualidade de vida.
O caminho começa com informação, respeito ao próprio ritmo e um cuidado que vá além do sintoma.
Anadelle Souza – Enfermagem especializada em saúde íntima feminina
Reabilitação do assoalho pélvico com acolhimento, tecnologia e propósito.
Dia 17/05/25 – 18h30 às 22h
Local: Espaço Legal Work